Visitas Globais

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Os fominhas do Brasileirão 2009


"Toca de primeira", "passa a bola" e "joga fácil" são três das expressões mais comuns na gíria do futebol dentro de campo. Se tem um "fominha" no time, é ele quem vai escutar isso a todo instante. No Campeonato Brasileiro, Armero, Léo Moura e Vítor, possivelmente, são os que mais escutam as reclamações por reterem a bola a todo instante.

O trio, liderado pelo colombiano Armero, do Palmeiras, ponteia o ranking de jogadores com mais tempo de posse de bola em média por jogo do Brasileiro, segundo dados do Footstats. Eles são separados por uma diferença mínima de três segundos.
Entre os líderes, ainda fica nítida uma peculiaridade do futebol brasileiro: os armadores das equipes, muitas vezes, são os laterais, sobretudo em time com três zagueiros. São simplesmente sete na lista dos 10 maiores "fominhas".


Veja os 10 maiores "fominhas" do Campeonato Brasileiro*:


1-) Armero (Palmeiras) - 2min02seg

2-) Léo Moura (Flamengo) - 2min01seg

3-) Vítor (Goiás) - 1min59seg

4-) Figueroa (Palmeiras) - 1min55seg

5-) Souza (Grêmio) - 1min53seg

6-) Juan (Flamengo) - 1min51seg

7-) Márcio Careca (Barueri) - 1min50seg

8-) Kléber (Internacional) - 1min49seg

9-) Marcelinho Paraíba (Coritiba) - 1min45seg

10-) Corrêa (Atlético-MG)** - 1min45seg

* Foram levados em conta apenas os jogadores com ao menos 11 jogos no Brasileiro

** Fica atrás de Marcelinho, por critérios de desempate, já que disputou menos jogos

fonte: terra.com

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O Barueri começa a mobilizar o torcedor

Moro na região de Barueri, berço do time que leva o mesmo nome. Venho acompanhando bastante a evolução, e as vezes a ¨involução¨ do time e sua incrível escalada no cenário brasileiro de futebol.
Muita gente questiona a relação do time com o poder público local, dizendo que é uma lavanderia de dinheiro etc...não vou entrar no mérito e se entrar colocarei no meu blog sobre política www.politicagembrasil.blogspot.com aí poderemos buscar informações.
Mas o que mais me leva a escrever este post é justamente a relação das pessoas da cidade com o time.
É verdade que na maioria das cidades que não tem um grande time do futebol torce pelo seu time local mas o de coração sempre varia entre 10 a 15 times, aqui não é diferente mas a relação das pessoas com o time está se solidificando, ficando mais intensa.
Meu filho que é Palmeirense absurdamente fanático vai aos jogos na Arena Barueri e torce, torce muito com os amigos pelo time.
Comecei a avaliar esse cenário e conversar com as pessoas daqui da cidade, a fórmula está aí, ela é velha mas a maioria dos pequenos clubes não aprende, seja por incompetência de seus diretores ou por falta de uma estratégia de marketing e gestão que possa trazer interessados profissionais, mas a regra aqui é a seguinte:
1 - O time é uma empresa hoje, os seus quadros diretivos são formados fundamentalmente por profissionais das respectivas áreas de competência;
2 - Investimento certo no estádio. A arena é uma beleza, gostosa demais de ver os jogos, você fica a 3 metros dos laterais, parece o futebol da Premier League, o futebol inglês (nem tanto, mas próximo disso);
3 - Os resultados em casa. Flamengo, Inter, Santos, Palmeiras, Grêmio que o digam, não é fácil jogar na Arena contra o Barueri, isso traz a torcida e a cada jogo mais e mais;
4 - Acesso e estacionamento. extremamente fácil de se chegar ao estádio e ao lado (muro com muro mesmo) um enorme estacionamento com segurança;
5 - Segurança. Além da polícia militar bem colocada a Guarda Municipal e a empresa que cuida do trânsito da cidade estão presentes;
6 - Banheiros limpos. Acho que isso é o mais difícil de termos nos estádios. A maioria dos dirigentes esquece que a torcida PAGA o ingresso e não tem um banheiro digno, na arena tem;
7 - Arquibancada e numerada bem feitas. Bem estruturadas, e confortáveis acima de tudo.

Não vou tomar partido pró ou contra o Barueri agora, isso é constatação de quem ama o futebol e isso não parece tão complicado: Um bom projeto e planejamento conseguem fazer milagres não é?

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Portugal e Espanha se unem por Copa do Mundo


Os presidentes da Federação Espanhola e Portuguesa de futebol, Ángel Maria Villar e Gilberto Madail, respectivamente, apresentaram nesta terça-feira ao presidente da Fifa, Joseph Blatter, a candidatura em conjunto dos dois países com o objetivo de sediar a Copa do Mundo de 2018 ou a edição de 2022.
O encontro aconteceu em Zurique (Suíça), na sede da entidade máxima do futebol. Além dos dirigentes, também compareceram o secretário de Estado para o Esporte espanhol, Jaime Lissavetzky, e o vice-ministro português dos Esportes, Laurentino Dias.
A carta de intenção entregue pela delegação luso-espanhola a Blatter reitera que "os governos e a população dos dois países estão comprometidos com a candidatura". "Unidos somos mais fortes, e levaremos essa grandíssima competição a um padrão de organização jamais conseguido", acrescenta o texto.
Após a reunião, Blatter reconheceu que "Espanha e Portugal são duas nações com grande experiência organizativa. Os espanhóis sediaram a primeira Copa com a participação de 24 seleções, em 1982, e Portugal recebeu a Euro-2004". O dirigente também desejou sorte à candidatura "no longo caminho que terá pela frente".
Outros países que declararam a intenção de sediar as duas Copas do Mundo seguintes à de 2014, no Brasil, são Holanda e Bélgica (em conjunto), Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, Indonésia, Japão, México, Catar (apenas a de 2022), Coreia do Sul (2022) e Rússia.
O Comitê Executivo da Fifa anunciará as sedes dos dois Mundiais em dezembro do ano que vem.

Fonte: Agência EFE

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Qual o melhor formato para o Brasileirão?

Virou a coqueluche do momento. Jornalistas, torcedores, jogadores, mães, pais, extraterrestres...todos que gostam de futebol estão discutindo qual a melhor forma para o Campeonato Brasileiro de Futebol.
Tudo isso em razão da Rede Globo querer mudar o formato alegando que em pontos corridos, forma atual do campeonato, a audiência tem despencado a cada ano.
Tenho minha opinião firme a respeito, mas como coloquei uma enquete não quero colocá-la.
Estava assistindo agora a pouco a ESPN e a discussão era exatamente essa.
Em 10 ou 15 minutos de reportagem ouvi 4 jornalistas defenderem a "sua" forma de campeonato ideal, algumas sem nenhum sentido, mas respeito-as.
Aproveitem e votem.

sábado, 3 de outubro de 2009

Real Madrid. História.

Estádio Santiago Bernabéu
Primeiro Uniforme - 1902


Campo O'Donnell - Primeiro Campo



Escudo e marca atuais


Muitos leitores do nosso Blog me pediram para voltar com as histórias dos clubes de futebol pelo mundo.
Prometido e cumprido, nessa volta, nada melhor do que contar a história do clube espanhol Real Madrid, hoje uma das marcas mais valorizadas do esporte mundial, um clube que consegue fazer do futebol um negócio lucrativo e admirado além das fronteiras de seu país.
Vamos lá:

A história do Real Madrid começou em 1902. No referido ano, em 6 de março, um grupo de praticantes de futebol da capital espanhola fundou o Madrid Foot Ball Club, já com corpo diretivo e intenção de propagar a prática do esporte.
Já naquele momento os responsáveis definiram o uniforme do novo clube. A vestimenta foi inspirada no London Corinthians, da Inglaterra, que tinha camisas e shorts brancos e meiões roxo escuro.
Três anos depois, o Real Madrid conquistaria o primeiro título de sua história. Em 1905, na final contra o Athleticc Bilbao time da capital, venceu por 1 a 0 e conquistou a Copa da Espanha.
No mesmo, ano, o Real Madrid jogou sua primeira partida internacional. Foi contra os franceses do Gallia Sport, em Madri, e o resultado foi um empate por 1 a 1.
Em 1912, o Real Madrid conseguiu seu primeiro local para a prática do esporte. Era um campo em O’Donnel, um bairro de Madri, que era alugado por um empresário local para o clube.
Oito anos depois, o até então Madrid Foot Ball Club ganhou o prenome “Real”. O então rei Dom Alfonso XIII concedeu a honraria ao clube, que até hoje adota o novo nome.
Com tudo pronto para se tornar a principal potência do futebol no país, o Real Madrid conseguiria seu primeiro grande título na temporada 1931/32. Nesse ano, foi campeão espanhol pela primeira vez, com uma campanha invicta. Foram 18 jogos, com dez vitórias e oito empates.
A boa fase, porém, seria interrompida pela Guerra Civil Espanhola. No período, o Real Madrid teve seu estádio transformado em campo de concentração pelo governo. A situação só começaria a melhorar em 1939, com o fim do conflito.
Depois disso, o clube iniciou um período de crescimento que culminaria na inauguração do novo estádio do clube. O Santiago Bernabéu, que recebia o nome em homenagem ao então presidente do Real, sediou sua primeira partida em 1947, e viu uma vitória do time da casa por 3 a 1 sobre o Belenenses, de Portugal.
A década seguinte ficaria marcada pelas expedições internacionais do clube, que passou por torneios amistosos na América do Sul e na própria Europa. Mais que isso, foi o período em que o Real Madrid conseguiu mais títulos da Liga dos Campeões.
Na temporada 1955/56, o clube venceu o Stade de Reims, da França, na final por 4 a 3, e garantiu sua primeira taça européia. Nos quatro anos seguintes, a mesma coisa. O Real foi o vencedor do torneio em 1956/57, 1957/58, 1958/59 e 1959/60.
Até hoje o pentacampeonato europeu é um recorde a ser batido. A última final, inclusive, ficou marcada como um dos principais jogos da história do torneio. Em 1960, o Real Madrid venceu o Eintracht Frankfurt por 7 a 3.
Em 1963, mais uma vez interesses políticos interferiram na história do Real Madrid. Durante a disputa da Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, um grupo de guerrilha armado seqüestrou Di Stéfano para chamar a atenção. Por sorte, nada aconteceu ao meia, que foi liberado sem maiores danos.
Três anos depois, o Real Madrid esqueceria o problema para conquistar novamente a Europa. Com uma vitória sobre o Partizan Belgrado, da então Iugoslávia, o clube conquistou sua sexta Liga dos Campeões.
Na década seguinte, os grandes momentos do Real Madrid foram no Campeonato Espanhol, especialmente no fim da mesma. Na temporada 1977/78, o time de Ulrich Stielike e Juanito conquistou o primeiro título do tricampeonato da Liga que estava por vir.
Nos anos 1980, mais uma vez sem Liga dos Campeões, o Real Madrid teve de se contentar com os títulos do Campeonato Espanhol. No seu país, foi pentacampeão espanhol entre 1985/86 e 1989/90, como um time que tinha Hugo Sánchez e Emílio Butragueño. O início dessa seqüência, em 1985, foi marcado também pelo título da Copa da UEFA.
Depois de duas décadas gloriosas na Espanha, o Real Madrid começou os anos 1990 buscando novas glórias européias. E conseguiu. Depois de 32 anos sem títulos da Liga dos Campeões, o clube conseguiu, em 1998, o título continental ao bater a Juventus, da Itália, por 1 a 0, gol do sérvio Pedja Mijatovic.
Daí em diante, o Real Madrid passaria por mais um período áureo no torneio. Em 2000, repetiu o título ao superar o Valencia por 3 a 0, com Raúl e Morientes como grandes destaques da equipe.
No mesmo ano, Florentino Pérez foi eleito presidente, e começou a “era dos galácticos” no clube, com muitos investimentos em jogadores de nome. Vieram Figo, Zidane, Ronaldo, Owen, Bekcham, entre outros. Ainda em 2000, o Real Madrid foi eleito pela Fifa o melhor clube do século 20, principalmente pelas conquistas dos anos 1950.
O principal título desse período foi a Liga dos Campeões de 2002. Com grande participação do meia francês Zidane, o time venceu o Bayer Leverkusen, da Alemanha, por 2 a 1 e conquistou seu nono título europeu, recorde absoluto entre os clubes do Velho Continente.
Depois disso, porém, o time viu o desempenho em campo sucumbir aos compromissos externos. Com isso, Florentino Pérez pediu renúncia e encerrou assim a era dos galácticos.
Em 2009, nova era dos galácticos, com a contratação de Cristiano Ronaldo e de Kaká.

fonte:MBP Press

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fluminense: Quando vc acha que chegou o fundo do poço...Cortaram a água


O fornecimento de água ao Fluminense, o lanterna do Brasileiro, foi cortado ontem, por falta de pagamento, pela Cedae, a companhia estadual responsável pelo serviço.
O valor da dívida não foi divulgado.
Segundo o clube, até ontem não faltou água em sua sede porque há um reservatório capaz de manter o fornecimento por uma semana.
O presidente do Fluminense, Roberto Horcades, conversou com o presidente da Cedae, Wagner Victer, e, segundo a assessoria do clube carioca, providencia a quitação da dívida.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Luxemburgo começa a agitar sua saída do Santos e critica o time


O técnico do Santos, Vanderlei Luxemburgo, voltou a atacar o planejamento feito pelos dirigentes do clube para a temporada 2009 após a derrota por 3 a 1 para o Atlético-MG, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro, no domingo.
O treinador, que já havia criticado as condições de trabalho há uma semana, após empate sem gols contra o Botafogo, disse que precisa de tempo para montar a equipe e citou Botafogo e Fluminense, times que estão na zona de rebaixamento, como exemplos a não serem seguidos.
"Futebol não é uma ciência exata. Você não monta um time da noite para o dia. Algumas equipes estão na nossa frente, no modelo de trabalho", afirmou Luxemburgo.
"Quem não faz no início da temporada um planejamento bem feito passa a temporada ruim. Quem não se prepara vai estar como o Botafogo, Fluminense e Sport, que são clubes grandes na zona de rebaixamento. É importante prestar atenção para o elenco, para a filosofia implantada. Tem de ter cuidado para formar um time para uma competição tão complicada como o Brasileiro", continuou.
O Santos é apenas o 12º colocado do Campeonato Brasileiro, com 36 pontos, oito a menos do que o Internacional, time que ocupa a quarta colocação, que dá a última vaga para a Taça Libertadores da América de 2010.

fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

F1: Renault perde patrocínio pelo escândalo.


O banco holandês ING e a seguradora espanhola Mutua Madrileña anunciaram nesta quinta-feira a retirada, "com efeito imediato", de seu apoio financeiro à escuderia francesa Renault F1, depois das decisões tomadas pelo Conselho Mundial da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) em decorrência do escândalo provocado pela revelação da trapaça arquitetada no Grande Prêmio de Cingapura de 2008.
"Profundamente decepcionado com os recentes acontecimentos, o ING decidiu por um fim imediato a sua parceria com a Renault", explicou o banco holandês em comunicado.
Mutua Madrileña, por sua vez, lembrou que seu patrocínio "era subordinado ao respeito pela Renault de todas as regras da FIA".
fonte: AFP
Opinião:
Bem peito.